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Jogadores e a relação de amor e ódio com a torcida

Ter um craque jogando no seu clube, é um grande privilégio para qualquer torcedor, mas e quando seu ídolo se muda pro rival?

Se você é fã de futebol, e gosta de acompanhar com frequência seu time, só de ler a pergunta acima,  já deve ter ficado preocupado, apreensivo, com medo de que um dia isso acabe acontecendo.

Realmente, o futebol tem se tornado nos últimos anos um dos principais esportes do planeta. Principalmente entre o público jovem masculino é difícil encontrar alguém que não demonstre pelo menos um interesse por algum clube do futebol brasileiro, ou do futebol internacional.

Em entrevista rara concedida a um tv de seu país, o argentino Lionel Messi, reconheceu que seria horrível ver seu ex-companheiro de Barcelona, defender um dia, as cores do arqui-rival Real Madrid.

“Ver Neymar no Real Madrid seria uma lástima, por tudo que significou para o Barcelona. Seria um golpe terrível para a torcida”, afirmou Messi.

Porém, o chamado “vira casaca”, se tornou um pouco comum nos últimos tempos, o que chama a atenção não apenas dos torcedores dos dois clubes (de onde o atleta saiu e de onde ele chegou), mas do fã do futebol em geral.

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O meia Lucas Lima, trocou o Santos pelo Palmeiras, após o final do Campeonato Brasileiro de 2017 (Foto: Folha de São Paulo)

Alguns exemplos mais recentes que podemos citar são do atacante Henrique Dourado, que trocou o Flamengo pelo Fluminense em 2017, do atacante Fred que saiu do Atlético Mineiro e acertou contrato com a Raposa e de Lucas Lima, que trocou o time da Vila Belmiro pelo alviverde paulista.

Esse efeito pode trazer como consequência, diversas confusões, principalmente quando as duas equipes acabam se enfrentando em clássicos. É bastante comum torcedores vaiarem, xingarem e até mesmo atirarem notas de dinheiro falsas no gramado, como ocorreu com o meia Paulo Henrique Ganso, na época em que defendia o São Paulo, em um clássico contra seu ex-clube, o Santos.

Em um país democrático, os atletas devem ter a liberdade para escolherem os clubes que quiserem representar, e os torcedores também podem expressar suas manifestações, porém de maneira que haja um respeito entre as duas partes. Com uma mudança de postura e comportamento, é capaz de um dia promovermos um verdadeiro fair-play no futebol, sem violência acima de tudo.

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Danilo Sartori Ver tudo

Natural de Curitiba/PR. Formado em Jornalismo pela UniOpet, Danilo Sartori gosta de falar sobre os mais diversos assuntos, mas um dos que mais o interessam é o esporte, especialmente o futebol. "Apesar do esporte ter surgido na Inglaterra, o Brasil é o país do futebol, tamanha é a paixão dos brasileiros pelo esporte, o mais legal é estar em contato com o torcedor, poder levar as informações de um esportes mais populares do mundo". Também é jornalista-blogueiro da página Fatos em Pauta, sobre jornalismo geral.

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